segunda-feira, 16 de julho de 2012

E-Book - Texto 03- Os Níveis













 Níveis





     A contemplação total da criação do *nosso criador é incomensurável à nossa compreensão devido o nível máximo de percepção comportado na fase em que nos encontramos, mas, como um nível subdivide-se em outros níveis percorrendo assim uma escala de entedendimento, desde a percepção mínima à máxima que se é admitida naquele espectro do nível, algumas coisas nós conseguimos enxergar.
     A terra é um planeta para a prática de rotinas. As interações econômicas, políticas, religiosas e sociais são as ferramentas dos processos mentais que tem na emoção, seja ela qual for, a alavanca de evolução, sendo que, neste nível de interação, a vergonha é a mais poderosa de todas as emoções. Pela vergonha o "homem de boa vontade" se conscientiza do erro/falha e não mais o pratica. O amor é elevado mas a dor é mestra. Neste nível explanado, a dor é mais recorrente do que o amor. Em verdade, o amor é excessão à regra.
     Em nível energético, ou seja, pela perpectiva de uma pessoa projetada extra-fisicamente em corpo mental ( 03º corpo de atuação da nergia interativa ) o planeta terra está envolto em anéis de energia emoção que vai desde o primeiro anél, na falta de palavra melhor, chamaremos de o mais grosseiro até o sétimo, mais sutil e que até agora parece ser o último. O primeiro costuma ser o mais próximo da crosta terrestre. Nele expressam-se as consciências dos mais variados subníveis emocionais, sendo a população deste anél em sua maioria, composta de seres reais e artificiais. Os seres aos quais denominei de reais, são aqueles que temporariamente não possuem um envoltório físico, seja pelo fato de estarem " fisicamente mortos" ou pela experiência de exteriorização do segundo veículo de atuação da energia interativa. Isto acontece a todos nós ao dormirmos todas as noites. Repito. A exteriorização do segundo corpo, acontece com todos, independente de cor, cultura ou credo. Todos nós quando ainda vivos, saímos dos nossos corpos físicos a noite e excursionamos pelo chamado mundo espiritual. O fato de alguém não se lembrar disto não significa que não o faça e sim que seu cérebro precisa desenvolver conexões energéticas adormecidas pelo não uso para começar a se lembrar. O ser humano para adequar o cérebro à leitura necessita da introdução às regras gramaticais e treino. A natureza não seria diferente com mais esta percepção. Aprenda, treine e comprove in loco.
     Neste primeiro anél, existem também a pseudo-vida que são formas pensamentos criadas pelo incessante pensar humano. São seres artificiais que conforme a incidência do pensamento, através da concentração, atenção, paranóia, fixação, etc... ganha cada vez mais força e passa de fato existir, geralmente gravitando perto do seu criador de onde retira eflúvios mentais, ou então vagam pelo "invisível" em busca de simbióticos. Costumo chamar essa relação de eusincronia.
     Outra particularidade deste anél é a existência da transmutação do ectoplasma em figuras de caracteísticas animalizadas e grotescas, afim de assustar às mentes desavisadas. Existe também uma outra forma de transmutação de nome mentenpsicose, mas esta, diferente da primeira, tem origem no desequilíbrio da mente, que afogada em culpas e psicoses, perde temporariamente a forma hominal, assumindo características das mais variadas possíveis. De ovóides à dragões escamosos e horripilantes. Em todos os casos, trata-se de um ser humano, ou seja, de uma energia interativa, criadora e criatura, aluna e mestra em busca da rotina final, mas que neste momento, sofre os efeitos do mau uso das suas faculdades intelectuais.
     O anél mais próximo à face da terra pode ser comparado à Divina Comédia de Dante Alighiere. Nele encontramos nuances do Inferno, do purgatório e do paraíso. Está separado por vales vibracionais, quer dizer, frequências energéticas, referenciais simbióticos à quem com elas se identifiquem. Eis o motivo de a morte ser uma experiência solitária, como afirmado no início deste livro. " Cada cabeça é um mundo".Ou ainda; " na casa do meu pai há várias moradas".
     Este espectro energético que é o anél 01 abrange todo o tipo de emoção, e muitas pessoas, diria até que a sua grande maioria, quando "morre", fecha os olhos no físico e reabre neste local. Todos são pegos desprevinidos, pois executores de práticas estéreis que eram, acreditavam que o ladainhanismo inútil embasado em muletas psíquicas, sem o verdadeiro trabalho, que nada mais é que uma sintonização com frequências distoantes das do anél 01, os garantiria um pedaço do paraíso. Explico: você pode conhecer tudo sobre a bíblia, pode ser o pastor evangélico, o padre, o xamã, o rabino, o mentor espírita, etc... não importa, mas se você for um desses citados e ser um fumante por exemplo, ao morrer, sua frequência continuará a de fumante e logicamente, sua simbioticidade o arrastará para onde possa saciar esta necessidade.
     Tome isto como exemplo para todos os tipos de situações imagináveis em que um ser humano esteja sujeito. O rockeiro, o político, o evangélico, o católico, o espírita, o mentiroso, o drogado, o fumante, o médico, o paciente, o analfabeto, o alfabetizado, o avaro, o branco, o negro, o asiático, o alcoólatra, o sensual, o fulano, o beltrano e o sicrano. Todos eles. Cada um irá para sua pátria sempre que terminar uma experiência física. Com a abertura da percepção isto começa a se modificar. Vocâ passa a se conhecer e saber o real motivo da sua existência e assim, começando a distanciar-se da vibração do anél 01.
** Nosso criador = Um ser que foi criado alhures, que percorreu todas as suas rotinas e que como eu e você cria incessantemente. Quem o criou também foi criado, etc,etc.
     O maior nível possível que você conhecer,tipo um ESPIN, ter uma rotina de sua existência ou mesmo puder imaginar,não tem a percepção de como isto começou. Tentar desvendar este insondável seria neste momento, perder tempo correndo atrás da própria cauda. Particulamente contento-me como sendo o princípio, a fonte de tudo, a nomenclatura mundialmente conhecida como DEUS.

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